Sobre o curso
O Prática Penal Completa é uma formação para advogados que querem atuar com mais segurança, estratégia e domínio na prática criminal.
O curso conecta os 3 pilares da atuação penal: Direito Penal, Processo Penal e Execução Penal, para que o advogado saiba analisar o caso concreto do início ao fim, construir teses defensivas, conduzir audiências, enfrentar prisões, recursos e incidentes da execução com mais clareza técnica.
Uma formação prática para quem quer sair do estudo fragmentado e desenvolver uma atuação criminal mais completa, segura e estratégica.
Módulos do curso:
Cronograma de aula Patricia Vanzolini
1.Lei Penal no Tempo
1.1 Tempo do Crime
1.2 Princípios de aplicação da lei penal no tempo
1.3 Lei penal no tempo em casos práticos relevantes: estelionato, ANPP
- Lei penal no espaço
2.1. Lugar do crime
2.2 Princípios de aplicação da lei penal no espaço
2.3 Lei Penal no espaço em casos práticos relevante: transferência de pessoa condenada, transferência de execução o “caso Robinho”
- Estrutura analítica do crime – visão geral
- Conduta
4.1 Conceito de conduta
4.2 Crimes omissivos
4.3 Posição de garante
4.3 Como questionar os requisitos exigidos pela omissão imprópria
- Resultado
5.1 Conceito de resultado
5.2 Crimes materiais, formais e de mera conduta
5.3 Ausência de resultado nos crimes materiais
- Nexo causal
6.1 Teoria da conditio sine qua non
6.2 Método hipotético de eliminação
6.3 Teoria da causalidade adequada
6.4 Dinâmica das concausas
6.5 Casos práticos de superveniência de causa relativamente independente
- Imputação objetiva
7.1 Teoria funcionalista do delito
7.2 Teoria da imputação objetiva
7.3 Criação ou aumento de risco não permitido
7.4 Concretização do risco no resultado
7.5 Ambito de alcance do tipo
7.6 Casos práticos de exclusão da imputação objetiva
- Imputação subjetiva
8.1 Principio da responsabilidade penal subjetiva
8.2 Conceito de culpa em sentido estrito
8.3 Modalidades de culpa
8.4 Espécies de culpa
8.5 Elementos do crime culposo
8.6 Teorias do dolo volitivas e cognitivas
8.7 Conceito de dolo no direito brasileiro
8.8 Espécies de dolo
8.9 Dolo eventual X culpa consciente
8.10 Teoria da cegueira deliberada (willful blindness) – mens rea, origem requisitos
8.11 Como questionar a aplicação da teoria da cegueira deliberada no Brasil
- Tipicidade material
9.1 Principio da insignificância
9.1 Introdução no Brasil
9.2 Vetores
9.3 Insignificância e reincidência ou habitualidade
9.4 Insignificância no furto – valor de referência
9.5 Insignificância e administração pública
9.6 Insignificância e sonegação tributária / descaminho
9.7 Insignificância e contrabando
9.8 Insignificância e contrabando de cigarros – quantidade de referência
9.9 Insignificância e contrabando de cigarros eletrônicos
9.10 Insignificância e ato infracional
9.11 Insignificância e violência doméstica
9.12 Insignificância e principio da bagatela imprópria
- Erro de tipo
10.1. Erro de tipo essencial
10.2 Espécies e consequencias de erro de tipo essencial
10.3 Erro sobre a pessoa
10.4 Erro na execução
10.5 Erro da execução com resultado simples ou complexo
10.6 Erro na execução e dolo eventual do resultado não pretendido
10.7 Resultado diverso do pretendido
10.8 Erro sobre o nexo causal
10.9 Casos práticos de erro de tipo
- Etapas de realização do delito
11.1 Iter criminis
11.2 Teorias do inicio da execução
11.3 Tentativa
11.4 Crime impossível
11.5 Desistência voluntária
11.6 Arrependimento eficaz
11.7 Arrependimento posterior
11.8 Casos práticos e argumentos defensivos
- Excludentes de Ilicitude
12.1 Conceito de ilicitude ou antijuridicidade
12.2 Teoria indiciária e teoria dos elementos negativos do tipo
12.3 Excludentes de ilicitude
12.4 Estado de Necessidade
12.5 Legitima Defesa
12.6 Exercício Regular de Direito
12.7 Estrito cumprimento do dever legal
12.8 Consentimento do ofendido
12.9 Excesso punível e exculpante nas excludentes
12.10 Descriminantes putativas por erro de tipo permissivo
12.11 Casos práticos e argumentos defensivos
- Excludentes de culpabilidade
13.1 Conceito de culpabilidade
13.2 Evolução histórica da culpabilidade
13.3 Posição da culpabilidade no direito brasileiro
13.4 Elementos da culpabilidade
13.5 Imputabilidade: definição, níveis, excludentes
13.6 Menoridade: conceito, critério, prova, lei 15.160
13.7 Doença mental: conceito, critério, prova, consequência
13.8 Incidente de insanidade mental
13.9 Medidas de Segurança: espécies, prazo, súmula 527, término, local
13.10 Lei antimanicomial e Resolução de Politica Antimanicomial 487 CNJ
13.11 Embriaguez: espécies, conceito, critério, prova, consequência
13.12 Embriaguez patológica e dependência química
13.13 Potencial conhecimento da ilicitude: definição, critérios, excludente
13.14: Erro de proibição direto e indireto: conceito e consequências
13.15 Exigibilidade de conduta diversa: definição e critérios
13.16 Coação moral irresistível
13.17 Obediência hierárquia a ordem não manifestamente ilegal
13.18 Inexigibilidade de conduta diversa
13.19 Casos práticos e argumentos defensivos
- Concurso de pessoas
14.2 Teorias sobre concurso de pessoas: monista, dualista, pluralista
14.2 Exceções à teoria monista: cooperação dolosamente distinta
14.3 Requisito do concurso de pessoas
14.4 Espécies de concurso de pessoas: teorias não diferenciadoras e diferenciadoras
14.5 Teoria do domínio do fato: origem e requisitos
14.6 Como questionar a aplicação da teoria do domínio do fato
14.7 Formas de coautoria
14.8 Formas de participação
14.9 Participação de menor importância
14.10 Teorias da acessoriedade
14.11 Circunstâncias incomunicáveis
14.12 Autoria colateral
14.13 Casos práticos e argumentos para o rompimento do concurso
- Sistema Trifásico
15.1 Ordem de prejudicialidade
15.2 Pena base – conceito e previsão legal de circunstâncias judiciais
15.3 Análise das circunstâncias judiciais
15.4 Valor das circunstâncias judiciais – posição da jurisprudência 1/6 da mínima ou 1/8 do intervalo
15.5 Pena intermediária – conceito e previsão legal de agravantes e atenuantes
15.6 Analise das agravantes e atenuantes
15.7 Valor das agravantes de atenuante – posição da jurisprudência
15.8 Compensação entre agravantes e atenuantes
15.9 Redução da pena abaixo do mínimo em virtude de atenuante
15.10 Pena definitva – conceito e previsão legal de majorante e minorantes
15.11 Valor das majorantes e minorantes
15.12 Ordem de aplicação de majorantes e minorantes
15.13 Presença de mais de uma majorante ou mais de uma minorante
- Reinciência e Maus Antecedentes
16.1 Vida pregressa juridicamente relevante
16.2 Conceito de reincidência
16.3 Elementos da reincidência
16.4 Condenações que não geram reincidência
16.5 Período depurador da reincidência
16.6 Crítica ao instituto da reincidência – posição da jurisprudência
16.7 Conceito de maus antecedentes
16.8 Período depurador e maus antecedentes – posição da jurisprudência
16.9 Como argumentar a exclusão dos maus antecedentes após o depurador
- Concurso de crimes
17.1 Concurso material
17.2 Concurso formal
17.3 Concurso formal perfeito
17.4 Concurso formal imperfeito
17.5 Crime continuado: requisitos
17.6 Crime continuado qualificado
17.7 Crime comtinuado em sede de execução
17.8 Critério para a exasperação
17.9 Concurso material benéfico
17.10 Casos práticos de reconhecimento do crime continuado
- Regime inicial
18.1 Primeiro critério: espécie de pena: reclusão X detenção
18.2 Segundo critério: quantidade de pena
18.3 Terceiro critério: reincidência
18.4 Quarto critério: circunstancias judiciais
18.5 Como questionar a imposição de regime mais severo do que o permitido
- Substituição ou suspensão da pena privativa de liberdade
19.1 Penas restritivas de direitos – espécies
19.2 Requisitos para a substituição
19.3 Sursis
19.4 Requisitos para a concessão
- Prescrição
20.1 Conceito de prescrição
20.2 Crimes imprescritíveis
20.3 Espécies de prescrição
20.4 Prescrição da pretensão punitiva em abstrato – como calcular
20.5 Prescrição da pretensão punitiva em concreto, retroativa ou superveniente – como calcular
20.6 Prescrição da pretensão executória – como calcular
Cronograma de aula Gustavo Junqueira
- Princípios da Execução Penal
1.1 Princípio da Humanidade das Penas
- 1.1.1 Conceito e teoria
- 1.1.2 Unificação da pena em 30 anos
- 1.1.3 Exceção: a pena pode superar 30 anos
- 1.1.4 O cálculo da unificação em 30 anos pode prejudicar o condenado. O que fazer?
- 1.1.5 Trabalho forçado x obrigatório
- 1.1.6 Penas Cruéis: precedentes
1.2 Princípio da Personalidade da Pena
- 1.2.1 A pena não passa da pessoa do condenado?
1.3 Princípio da Integração Social
- 1.3.1 A integração social como objetivo da execução penal
1.4 Princípio da Individualização das Penas
- 1.4.1 Instrumentos de individualização
- 1.4.2 Os direitos das mulheres presas
- 1.4.3 Prisão domiciliar, gestação, maternidade e saúde
1.5 Princípio da Coisa Julgada
- 1.5.1 Como pedir o cumprimento da pena em regime adequado
1.6 Princípio da Jurisdicionalidade
- 1.6.1 Reflexos no contraditório e na ampla defesa
- Início da Execução Penal
2.1 Conceito
- 2.1.1 Problemas com a expedição da guia
2.2 Como impugnar a expedição de mandado de prisão antes da intimação nos regimes aberto e semiaberto
- Objeto e Aplicação da Lei das Execuções Penais
- Trabalho do Preso
4.1 Regulamentação do Trabalho
4.2 Trabalho Externo
- Direitos e Deveres do Preso
5.1 Deveres do Preso
5.2 Direitos do Preso
- 5.2.1 Problemas com direito a receber visitas
- 5.2.2 Direito de correspondência
- Poder Disciplinar
6.1 Legalidade das Faltas e Sanções
6.2 Limites ao Poder Disciplinar
6.3 O Controle Judicial das Faltas Disciplinares
6.4 Faltas Graves – Teses Defensivas
6.5 Castigos Disciplinares
6.6 Procedimento para Apuração das Faltas – Teses Defensivas
6.7 Prescrição das Faltas Disciplinares
- Regime Disciplinar Diferenciado (RDD)
7.1 Hipóteses
7.2 Características
7.3 Procedimento e Atuação Defensiva
- Sistema Progressivo
8.1 Regimes de Cumprimento de Pena
- 8.1.1 Regime fechado, regime semiaberto e regime aberto
8.2 Progressão
- 8.2.1 Conceito
- 8.2.2 Requisitos
- 8.2.3 Teses sobre o requisito temporal
- 8.2.4 Teses sobre o requisito subjetivo
- 8.2.5 Progressão privilegiada
- 8.2.6 Progressão nos crimes contra a administração pública
8.3 Regressão
- 8.3.1 Hipóteses legais
- 8.3.2 Erros comuns e teses defensivas
- Remição
9.1 Características Gerais
9.2 Remição pelo Trabalho – Teses Defensivas
9.3 Remição pelo Estudo – Teses Defensivas
- Graça e Indulto
10.1 Graça
- 10.1.1 Conceito
10.2 Indulto
- 10.2.1 Teoria
- 10.2.2 Problemas e teses defensivas
- Livramento Condicional
11.1 Teoria
11.2 Precedentes e Teses Defensivas
- Unificação das Penas
12.1 Conceito
12.2 Espécies e Teses Defensivas
- Medida de Segurança
13.1 Teoria
13.2 Legislação e Precedentes
13.3 Teses Defensivas
- Penas Restritivas de Direitos e Multa
14.1 Penas Restritivas de Direitos
- 14.1.1 Teoria
- 14.1.2 Teses Defensivas
14.2 Multa
- 14.2.1 Teoria
- 14.2.2 Teses Defensivas
- Autorizações de Saída
15.1 Permissão de Saída
15.2 Saída Temporária
- Recurso
16.1 Agravo em Execução
- 16.1.1 Teoria
- 16.1.2 Problemas práticos
- Disposições Finais
17.1 Sigilo dos Antecedentes
Cronograma de aula Guilherme Madeira
Aula 0 – Como usar este módulo de processo penal?
Aula 1 – Por onde começar no inquérito policial
Aula 2 – Atuação do advogado pela vítima no IP
Aula 3 – O que pode o advogado fazer no IP pelo suspeito
Aula 4 – O que analisar na instauração do inquérito policial
Aula 5 – O que o delegado pode fazer na investigação criminal
Aula 6 – Como fazer o reconhecimento – O que o delegado pode fazer na investigação criminal – Parte 2
Aula 7 – Investigação Defensiva: o que o advogado pode fazer? Parte I
Aula 8 – Investigação Defensiva: o que o advogado pode fazer? Parte II
Aula 9 – Como o MP pode investigar – Investigação pelo MP – Parte I
Aula 10 – Como o MP pode investigar – Investigação pelo MP – Parte II
Aula 11 – Duração do IP e os motivos para arquivar o inquérito
Aula 12 – Arquivamento do IP e quando a polícia pode desarquivar o inquérito policial
Aula 13 – Juiz das garantias e o STF
Aula 14 – Como os Tribunais regulamentam o Juiz das Garantias
Aula 15 – Quais as regras para a imposição de medidas cautelares pessoais
Aula 16 – Medidas Alternativas à Prisão Preventiva
Aula 17 – Quais as regras para a imposição de medidas cautelares pessoais – regras procedimentais
Aula 18 – Quando a pessoa pode ser presa em flagrante
Aula 19- Quando a pessoa pode ser presa em flagrante – crimes especiais
Aula 20 – Formalidades da Prisão em flagrante
Aula 21 – Quando alguém pode ser preso preventivamente – Parte I
Aula 22 – Quando alguém pode ser preso preventivamente Parte II
Aula 23 – Quando alguém pode ser preso preventivamente Parte III
Aula 24 – Prisão Temporária o que observar
Aula 25 – Como colocar alguém em liberdade – Parte I
Aula 26 – Como colocar alguém em liberdade – Parte II
Aula 27 – Como colocar alguém em liberdade – Parte III
Aula 28 – Como colocar alguém em liberdade e prisão domiciliar – Parte IV
Aula 29 – Como atuar na audiência de custódia – Parte I
Aula 30 – Como atuar na audiência de custódia – Parte II
Aula 31 – Como bloquear e desbloquear bens no Processo Penal – Parte I
Aula 32 – Como bloquear e desbloquear bens no Processo Penal – Parte II
Aula 33 – Como bloquear e desbloquear bens no Processo Penal – Parte III
Aula 34 – Como bloquear e desbloquear bens no Processo Penal – Parte IV
Aula 35 – Como negociar acordos no Processo Penal – Composição Civil – Parte I
Aula 36 – Como negociar acordos no Processo Penal – Transação Penal – Parte II
Aula 37 – Como negociar acordos no Processo Penal – Suspensão condicional do Processo – Parte III
Aula 38 – Como negociar acordos no Processo Penal – Suspensão condicional do Processo – Parte IV
Aula 39 – Como negociar acordos no Processo Penal – Suspensão condicional do Processo – Parte V
Aula 40 – Como negociar acordos no Processo Penal – ANPP
Aula 41 – Como negociar acordos no Processo Penal – ANPP
Aula 42 – Como negociar acordos no Processo Penal – ANPP
Aula 43 – Como negociar acordos no Processo Penal – ANPP
Aula 44 – Como identificar a prova ilícita?
Aula 45 – Como identificar a prova ilícita derivada?
Aula 46 – Pode o juiz produzir provas de ofício?
Aula 47 – O que a acusação e a defesa precisam provar?
Aula 48 – Como a perícia é feita no processo? Parte I
Aula 49 – Como a perícia é feita no processo? Parte II
Aula 50 – O que é a cadeia de custódia da prova pericial?
Aula 51 – O que peticionar para o perito em sede de quesitos?
Aula 52 – Como é feito o interrogatório?
Aula 53 – O que perguntar no interrogatório?
Aula 54 – A confissão e as suas vantagens
Aula 55 – O que não pode ser considerado confissão?
Aula 56 – Quem pode ser testemunha?
Aula 57 – Quais os deveres da testemunha?
Aula 58 – Como perguntar para a testemunha durante a audiência?
Aula 59 – Como é feito o reconhecimento de pessoas ou coisas? Parte I
Aula 60 – Como é feito o reconhecimento de pessoas ou coisas? Parte II
Aula 61 – Como é ouvida a vítima?
Aula 62 – Como fazer a acareação no Processo Penal?
Aula 63 – Quando juntar documentos no processo penal?
Aula 64 – O que pode ser objeto da busca e apreensão?
Aula 65 – O que é casa para fins de busca e apreensão domiciliar?
Aula 66 – Como pode ser feita a busca e apreensão domiciliar? Flagrante
Aula 67 – Como pode ser feita a busca e apreensão domiciliar? Consentimento
Aula 68 – Como pode ser feita a busca e apreensão domiciliar? Mandado
Aula 69 – Como pode ser feita a busca e apreensão pessoal
Aula 70 – O que é standard de prova?
Aula 71 – Competência: o que é a garantia do juiz natural?
Aula 72 – Quando um crime será julgado na Justiça Federal? Parte I
Aula 73 – Quando um crime será julgado na Justiça Federal? Parte II
Aula 74 – Quando um crime será julgado na Justiça Federal? Parte III
Aula 75 – Quando um crime será julgado na Justiça Federal? Parte IV
Aula 76 – Como saber em qual comarca um caso será julgado?
Aula 77 – Para que serve a conexão e a continência?
Aula 78 – Como fazer para identificar o rito correto no processo penal?
Aula 79 – Procedimento comum ordinário: o que olhar na denúncia?
Aula 80 – Procedimento comum ordinário: o que olhar na citação?
Aula 81 – Procedimento comum ordinário: o que alegar na resposta à acusação?
Aula 82 – Procedimento comum ordinário: como se dá a audiência de instrução, debates e julgamento? Parte I
Aula 83 – Procedimento comum ordinário: como se dá a audiência de instrução, debates e julgamento? Parte II
Aula 84 – Como fazer os memoriais? Parte I
Aula 85 – Como fazer os memoriais? Parte II
Aula 86 – Como fazer os memoriais? Parte III
Aula 87 – Sentença – Parte I
Aula 88 – Sentença – Parte II
Aula 89 – Sentença – Parte III
Aula 90 – Como é o rito no Juizado Especial Criminal?
Aula 91 – Como é o rito nos Crimes Contra a Honra?
Aula 92 – A importância dos princípios constitucionais do Júri
Aula 93 – O rito da primeira fase do júri e a audiência
Aula 94 – O que olhar na decisão de pronúncia – Parte I
Aula 95 – O que olhar na decisão de pronúncia – Parte II
Aula 96 – Quando o juiz impronuncia o acusado?
Aula 97 – Quando o juiz desclassifica a imputação?
Aula 98 – Quando o juiz absolve sumariamente o acusado?
Aula 99 – Quando pedir o desaforamento
Aula 100 – Fase intermediária do rito do júri
Aula 101 – Instalação da sessão de julgamento
Aula 102 – Instalação da sessão de julgamento
Aula 103 – Sorteio dos jurados e formação do Conselho de Sentença
Aula 104 – Como inquirir testemunhas em Plenário?
Aula 105 – Como tomar depoimento do réu em Plenário?
Aula 106 – Debates em Plenário: como proceder
Aula 107 – O que ocorre na sala especial? Parte I – Quesitos
Aula 108 – O que ocorre na sala especial? Parte II – Sentença
Aula 109 – Quais são os princípios dos recursos e como isso afeta sua prática?
Aula 110 – Quais são os princípios dos recursos e como isso afeta sua prática?
Aula 111 – Quais os efeitos dos recursos no processo penal e como isso afeta a prática?
Aula 112 – Apelação – Quando é cabível
Aula 113 – Apelação – O que alegar?
Aula 114 – Apelação – Como fazer memoriais para os desembargadores e como sustentar oralmente?
Aula 115 – Recurso em sentido estrito
Aula 116 – Recurso em sentido estrito
Aula 117 – Recurso em sentido estrito
Aula 118 – Embargos de Declaração
Aula 119 – Embargos infringentes
Aula 120 – Carta Testemunhável
Aula 121 – Recurso Especial
Aula 122 – Recurso Especial
Aula 123 – Recurso Extraordinário
Aula 124 – Recurso Extraordinário
Aula 125 – Recurso Ordinário Constitucional
Aula 126 – Reclamação constitucional
Aula 127 – Queixa-crime
Aula 128 – Habeas Corpus
Aula 129 – Habeas Corpus
Aula 130 – Habeas Corpus
Aula 131 – Revisão Criminal
Aula 132 – Revisão Criminal
Aula 133 – Revisão Criminal
Aula 134 – Mandado de segurança
Aula 135 – Questões Prejudiciais
Aula 136 – Incidente de Insanidade Mental
Aula 137 – Incidente de Falsidade Documental
Aula 138 – Exceção de suspeição e impedimento
Aula 139 – Exceção de incompetência
Aula 140 – Exceção de litispendência e coisa julgada
Aula 141 – Dicas especiais sobre redação de petições